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Flamengo na História

Relembre os momentos que marcaram nossa trajetória.

História

Pelé no Flamengo: os bastidores da noite em que o Rei vestiu o Manto Sagrado ao lado de Zico

Em 6 de abril de 1979, o maior jogador da história do futebol entrou em campo pelo Flamengo em um amistoso beneficente contra o Atlético-MG. Diante de quase 140 mil torcedores no Maracanã, Pelé dividiu o gramado com Zico, participou de uma noite marcada por histórias curiosas nos bastidores e ajudou a mobilizar o futebol brasileiro em favor das vítimas das enchentes em Minas Gerais

Publicado em 01 de novembro de 2026
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Por Redação Fla10
Pelé no Flamengo: os bastidores da noite em que o Rei vestiu o Manto Sagrado ao lado de ZicoImagem: Acervo

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Resumo para IA: Em 6 de abril de 1979, Pelé vestiu a camisa 10 do Flamengo pela única vez e atuou ao lado de Zico no amistoso beneficente contra o Atlético-MG, no Maracanã. A partida foi organizada para arrecadar recursos destinados às vítimas das enchentes que atingiram Minas Gerais no início daquele ano. Diante de 139.953 pagantes, o Flamengo venceu por 5 a 1. Pelé disputou o primeiro tempo, deixou a cobrança de um pênalti para Zico e foi substituído no intervalo. O Galinho marcou três gols e comandou a goleada. A noite também ficou marcada pelos bastidores na Gávea, pela situação de Adílio e pelos depoimentos de jogadores dos dois clubes.

Existem encontros no futebol que parecem pertencer à imaginação dos torcedores. Pelé vestindo a camisa do Flamengo e dividindo o campo com Zico é um deles. A imagem, que atravessou gerações, não nasceu de uma transferência, de uma negociação ou de uma passagem convencional do Rei do Futebol pelo clube. Foi resultado de uma iniciativa beneficente que reuniu dois dos maiores nomes da história do esporte brasileiro em uma noite inesquecível no Maracanã.

Em 6 de abril de 1979, o Flamengo recebeu o Atlético-MG em um amistoso organizado para arrecadar recursos destinados às vítimas das enchentes que devastaram diferentes regiões de Minas Gerais no início daquele ano. Pelé aceitou o convite para defender o Rubro-Negro, vestiu a camisa 10 cedida por Zico e entrou em campo diante de 139.953 pagantes. O Flamengo venceu por 5 a 1, com três gols do Galinho, mas o resultado acabou sendo apenas uma parte de uma história muito maior.

Aquela noite reuniu solidariedade, futebol, personagens históricos e situações que ajudam a compreender a dimensão do acontecimento. Para os torcedores, foi a oportunidade de ver o Rei com o Manto Sagrado. Para os jogadores, uma experiência que muitos jamais imaginariam viver. Para o futebol brasileiro, um encontro raro entre gerações que ajudaram a construir sua história.


As enchentes que mobilizaram o futebol brasileiro


A presença de Pelé no Flamengo teve uma motivação que ultrapassava o espetáculo esportivo. Entre janeiro e fevereiro de 1979, Minas Gerais enfrentou um período prolongado de chuvas intensas, com mais de 35 dias de precipitações em algumas regiões. O desastre provocou inundações, destruição de moradias, isolamento de municípios e perdas humanas em diferentes partes do estado.

Os registros históricos apontam 246 mortes e 37 cidades mineiras isoladas. A dimensão da tragédia também foi reconhecida pelo governo federal. Em 22 de março de 1979, pouco mais de duas semanas antes do amistoso, o Decreto nº 83.295 autorizou crédito suplementar de CR$ 250 milhões para despesas relacionadas às inundações em Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia. Desse total, CR$ 150 milhões foram destinados a Minas Gerais.

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Foi nesse contexto que surgiu a iniciativa de organizar uma partida entre Flamengo e Atlético-MG para arrecadar recursos em benefício das vítimas. A participação de Pelé ampliou a dimensão do evento. O Rei havia nascido em Três Corações, no sul de Minas, e aceitou o convite para colaborar com a mobilização.

Décadas depois, em depoimento gravado para o GloboEsporte.com, Pelé recordou a experiência e explicou que havia participado para ajudar os brasileiros atingidos pelas chuvas. O ex-jogador também destacou a honra de vestir uma camisa tão importante quanto a do Flamengo. Sua declaração ajuda a compreender que aquela não foi apenas uma apresentação especial: havia uma causa concreta por trás do encontro.

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O amistoso arrecadou CR$ 8.781.290,00 e reuniu 139.953 pagantes. A renda foi anunciada como destinada às vítimas das enchentes. Embora o objetivo beneficente esteja documentado, não foi localizada uma prestação de contas que permita identificar o valor líquido efetivamente distribuído, os responsáveis pela transferência ou a divisão dos recursos entre as localidades atingidas. A distinção é importante para preservar a precisão histórica do relato.

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A chegada do Rei à Gávea e a expectativa de um encontro histórico


Pelé tinha 38 anos e estava afastado do futebol profissional há cerca de duas temporadas. Sua despedida dos gramados havia acontecido nos Estados Unidos, pelo New York Cosmos, em 1977. Mesmo aposentado, o Rei aceitou se preparar para o compromisso: treinou durante uma semana em Santos e viajou ao Rio de Janeiro para participar da atividade com o elenco rubro-negro na véspera do amistoso.

A presença de Pelé transformou a rotina da Gávea. Torcedores, jornalistas e curiosos se aglomeraram para acompanhar o treinamento. O interesse não se limitava aos flamenguistas: tratava-se de observar de perto um jogador que havia encerrado a carreira, mas continuava sendo uma referência mundial do esporte.

A chegada de Zico ao treino também virou parte da memória daquele encontro. O Galinho, então com 26 anos, precisou atravessar a movimentação de pessoas para chegar ao campo. A expectativa era vê-lo dividir o gramado com Pelé, ainda que em uma atividade preparatória. O coletivo proporcionou os primeiros momentos dessa parceria improvável.

Durante o treinamento, Pelé participou de jogadas com Zico, Tita e Júnior. Em uma delas, deu um passe para Júnior, que ficou em condições de finalizar. A movimentação e o ambiente na Gávea mostravam que a partida já havia adquirido uma dimensão especial antes mesmo de chegar ao Maracanã.

Ao recordar a experiência, Pelé contou que não imaginava voltar a se emocionar tanto com um simples treinamento. A declaração revela o impacto que aquele reencontro com o ambiente do futebol brasileiro teve sobre o jogador, mesmo depois de sua aposentadoria.

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O problema de Cláudio Coutinho: quem sairia para Pelé jogar?


A presença do Rei criou uma situação incomum para o técnico Cláudio Coutinho. O Flamengo tinha uma equipe formada por jogadores importantes, com funções bem estabelecidas. Para colocar Pelé em campo, seria necessário retirar alguém da formação titular. E ninguém queria perder a oportunidade de jogar ao lado de um dos maiores atletas de todos os tempos.

Tita recordou que não se considerava ameaçado. Atuava pela direita, tinha responsabilidades ofensivas e também participava da recomposição defensiva. Zico precisava estar na equipe, Carpegiani era o capitão e Andrade exercia uma função importante na organização do meio-campo. A discussão acabou direcionando a escolha para Adílio.

Andrade também relembrou a conversa em tom bem-humorado. Na avaliação do volante, Pelé não poderia ocupar sua posição, porque não exercia a mesma função de marcação. Júlio César, o Uri Geller, tampouco queria ceder seu lugar no ataque. A presença do Rei provocou até uma disputa informal por espaço na fotografia do elenco, feita antes da partida.

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A solução apareceu durante o treinamento. Adílio caiu depois de um contato com Tita e deixou o coletivo. A versão oficial apontou um problema físico que o retirou da partida. Anos depois, porém, o próprio Adílio contou ao ge que a situação teria sido combinada para abrir espaço para Pelé. Segundo sua lembrança, Tita deu uma pancada leve, o departamento médico entrou em cena e a situação foi tratada como uma lesão mais séria do que realmente era.

O relato foi feito em tom de brincadeira pelo ex-meia, que afirmou ter sido escolhido porque seria alguém que não se incomodaria com a decisão. Adílio não entrou em campo e assistiu ao amistoso no Maracanã, mas reconheceu a importância de ter cedido a vaga para que Pelé pudesse participar. Nota: É importante frisar que esta é uma história curiosa que precisa ser somente apresentada como memória retrospectiva do jogador, não como uma fraude médica comprovada.

A ausência de Adílio também ajuda a dimensionar o impacto do convite. O Flamengo não improvisou uma equipe para receber Pelé. O Rei foi integrado a um elenco que já tinha identidade, qualidade técnica e jogadores que começavam a construir uma geração histórica.

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Zico entrega a camisa 10 ao Rei do Futebol


Se a escalação provocou discussões, a escolha dos números reservou uma das imagens mais simbólicas daquela noite. Zico entregou a camisa 10 a Pelé e entrou em campo com o número 9. O gesto não era apenas uma gentileza protocolar. O Galinho já era o principal ídolo do Flamengo e carregava a camisa que representava sua identidade dentro do clube. Naquela ocasião, abriu mão dela para receber no próprio time o jogador que se tornou a maior referência mundial daquele número.

A fotografia dos dois juntos, com o Manto Sagrado, sintetizou o significado do amistoso. De um lado, Pelé, tricampeão mundial e símbolo de uma era do futebol brasileiro. Do outro, Zico, que já ocupava um lugar especial na história rubro-negra e se preparava para liderar uma das equipes mais marcantes do clube.

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O encontro também tinha um significado particular para os demais jogadores. Júnior recordou a honra de atuar ao lado do Rei e contou que levou ao vestiário um quadro de uma partida entre Brasil e Flamengo para conseguir um autógrafo. Júlio César, por sua vez, procurou ficar perto de Pelé na fotografia do elenco, aproveitando a oportunidade para aparecer ao lado do ídolo.

A camisa 10, portanto, tornou-se mais do que um detalhe de uniforme. Representou o encontro entre duas trajetórias que, embora construídas em momentos diferentes, se cruzaram por uma noite na história do Flamengo.

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O pênalti que Pelé deixou para Zico


A partida começou com o Atlético-MG mostrando que não estava disposto a participar apenas como coadjuvante da festa. Aos 21 minutos do primeiro tempo, Marcelo Oliveira abriu o placar para a equipe mineira. O gol aumentou a expectativa de uma reação rubro-negra e colocou ainda mais atenção sobre a atuação de Pelé e Zico.

Aos 35 minutos, o árbitro Walquir Pimentel marcou pênalti em Tita. O Maracanã percebeu imediatamente a oportunidade de presenciar uma cena que tornaria a noite ainda mais extraordinária: Pelé poderia marcar seu primeiro gol com a camisa do Flamengo.

Zico chegou a oferecer a bola ao Rei, mas Pelé preferiu deixar a cobrança para o camisa 9 daquela noite. O Galinho assumiu a responsabilidade e converteu a penalidade, empatando a partida. A escolha preservou uma imagem simbólica: o maior jogador da história não buscou o protagonismo individual e permitiu que o ídolo rubro-negro tivesse seu momento diante da torcida.

Pelé disputou os 45 minutos iniciais e deixou o campo no intervalo, substituído por Luisinho. Sua participação terminou sem gol, mas com uma atuação que incluiu movimentação, passes e tabelas com os companheiros. O público havia visto o que esperava: o Rei com a camisa do Flamengo, ao lado de Zico, em um Maracanã tomado pela expectativa.

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Zico comanda a goleada sobre o Atlético-MG


Com Pelé já fora de campo, o Flamengo transformou o empate em uma vitória expressiva. Zico marcou mais duas vezes na etapa final, aos 10 e aos 14 minutos, completando seu hat-trick. Luisinho, justamente o jogador que havia entrado no lugar do Rei, ampliou aos 28. Cláudio Adão fechou o placar aos 39 minutos.

O resultado final foi 5 a 1 para o Rubro-Negro. A equipe de Cláudio Coutinho mostrou sua força diante de um Atlético-MG que também contava com jogadores importantes, como Toninho Cerezo, Paulo Isidoro e Dario. O amistoso tinha uma finalidade solidária, mas foi disputado com competitividade e terminou com uma goleada rubro-negra.

O desempenho de Zico foi especialmente marcante. O jogador que havia cedido a camisa 10 a Pelé terminou a noite como autor de três gols e principal responsável pela construção do placar. A imagem dos dois juntos não apagou a atuação do Galinho: pelo contrário, tornou ainda mais especial a participação do ídolo do Flamengo naquela partida.

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Uma noite que também pertenceu aos jogadores do Atlético-MG


A memória do amistoso não ficou restrita aos rubro-negros. Para os jogadores atleticanos, enfrentar Pelé e Zico na mesma equipe adversária também representou uma experiência extraordinária.

Dario, o Dadá Maravilha, tinha uma relação especial com os dois. Havia sido campeão mundial ao lado de Pelé na Seleção Brasileira de 1970 e conquistado o Campeonato Carioca de 1974 com Zico. Em depoimento recuperado pela Folha, afirmou que considerava aquele o jogo mais importante de sua vida, justamente por estar em campo com dois de seus grandes ídolos.

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Tita também guardou uma lembrança especial. O meia recordou uma tabela com Pelé antes de cruzar para Zico, que cabeceou para fora. A jogada representava exatamente o que o público esperava: ver os dois craques participando de uma construção ofensiva com a camisa rubro-negra.

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João Leite, goleiro do Atlético-MG, levou a então noiva, Eliana Aleixo, capitã da seleção brasileira de vôlei, para assistir à partida. Décadas depois, o episódio ainda fazia parte das lembranças do casal. Andrade também preservou uma fotografia ao lado de Pelé, registro que chegou a ficar exposto na casa de sua mãe antes de ser levado para sua própria residência.

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A partida também é apontada como o último jogo de Dadá Maravilha pelo Atlético-MG. Assim, o amistoso acabou reunindo diferentes capítulos da história do futebol brasileiro: a presença de Pelé, a ascensão de Zico, a geração rubro-negra de Cláudio Coutinho e a despedida de um dos atacantes mais populares do futebol mineiro.


O legado de 6 de abril de 1979


O amistoso entre Flamengo e Atlético-MG não valia título, não fazia parte de uma competição oficial e não alterou a classificação de nenhum campeonato. Mesmo assim, tornou-se um dos episódios mais singulares da história rubro-negra. Poucas partidas conseguem reunir tantos personagens importantes e produzir imagens que continuam reconhecíveis décadas depois.

O público de 139.953 pagantes transformou o Maracanã em cenário de um acontecimento nacional. A renda de CR$ 8.781.290,00 foi anunciada como destinada às vítimas das enchentes, e Pelé explicou posteriormente que sua participação tinha justamente o objetivo de ajudar os brasileiros atingidos pela tragédia. O futebol ofereceu sua capacidade de mobilização a uma causa que ultrapassava as rivalidades entre clubes.

O encontro também deixou uma lembrança particular para o Flamengo. Pelé vestiu a camisa 10 rubro-negra, Zico cedeu seu número e os dois dividiram o campo em uma combinação que dificilmente poderia ser reproduzida. Adílio, Tita, Andrade, Júnior, Júlio César e os demais jogadores participaram de uma história que não pertence apenas aos dois maiores protagonistas.

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O troféu do amistoso, segundo registro publicado pelo UOL em 2022, permanecia guardado na sede do clube, na Gávea. O objeto representa a memória material de uma partida que ultrapassou o resultado e ganhou um lugar próprio na história do Flamengo.

Pelé não marcou gol naquela noite. Jogou apenas o primeiro tempo, deixou a cobrança de pênalti para Zico e saiu de campo antes da goleada. Ainda assim, sua participação foi suficiente para produzir uma das imagens mais extraordinárias já vistas com o Manto Sagrado: o Rei do Futebol e o maior ídolo rubro-negro lado a lado, diante de um Maracanã lotado, em uma noite em que o futebol se uniu para ajudar quem precisava.

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Ficha técnica


Jogo: Flamengo 5 x 1 Atlético-MG
Data: 6 de abril de 1979
Local: Maracanã, Rio de Janeiro
Caráter: Amistoso beneficente
Público: 139.953 pagantes
Renda: CR$ 8.781.290,00
Árbitro: Walquir Pimentel
Gols: Marcelo Oliveira (Atlético-MG); Zico (3), Luisinho e Cláudio Adão (Flamengo).

Flamengo: Cantarelli; Toninho, Rondinelli (Nelson), Manguito e Júnior; Andrade, Carpegiani (Ramirez) e Pelé (Luisinho); Tita, Zico (Cláudio Adão) e Júlio César (Reinaldo). Técnico: Cláudio Coutinho.

Atlético-MG: João Leite; Alves, Osmar, Luizinho e Hilton Brunis; Toninho Cerezo, Marcelo Oliveira (Carlinhos) e Paulo Isidoro; Serginho (Pedrinho), Dario e Ziza (Vilmar). Técnico: Procópio Cardoso.

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Fontes consultadas:


ge — Há 40 anos, Pelé vestia a camisa 10 do Flamengo no Maracanã — ficha técnica, contexto e cronologia do jogo.
ge — Pelé no Flamengo: jogadores lembram dos bastidores — depoimentos de Adílio e outros participantes.
Folha — Há 40 anos, Pelé vestiu a 10 do Fla e negou pênalti no Maracanã — relatos de Tita, Andrade e contexto da escalação.
O Globo — O dia em que Pelé jogou ao lado de Zico pelo Flamengo — imagens e reconstrução histórica do treino na Gávea.
Folha — Pior enchente de Minas Gerais foi em 79 — dimensão da tragédia.
Revista Caminhos de Geografia — estudo histórico sobre as enchentes de 1979 — pesquisa acadêmica sobre impactos regionais.
Flaestatística — Flamengo 5 x 1 Atlético-MG — dados históricos e ficha da partida.
UOL — O dia em que Pelé vestiu a camisa 10 do Flamengo — memória do troféu e depoimentos retrospectivos.
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