A Voz do Torcedor

A Voz do Torcedor
Resumão do Jogo com Cadu! Hoje tem é assunto!
Por Cadu Marques
27 de julho de 2026
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Domingão no Maraca, meus amigos. Aquele clima de sempre: churrasquinho estalando, cerveja mais gelada que abraço de ex e o flamenguista chegando no bar com a certeza de que hoje ia dormir abraçado com os três pontos.
O Flamengo entrou daquele jeito: empurrando o São Paulo pra trás, fazendo a torcida cantar alto e deixando os caras mais perdidos que turista tentando pegar o BRT em Campo Grande.
Aí apareceu Léo Pereira. O homem viu a bola sobrando na área e pensou: "Se ficar olhando, outro pega." Foi lá e guardou. Um a zero! O Maracanã veio abaixo, teve nego derrubando copo, abraçando desconhecido e até prometendo pagar a próxima rodada.
Só que ser flamenguista é igual entrar em obra sem capacete: tu sabe que vai passar um aperto. O Mengão continuou em cima, criou chance, pressionou, mas o futebol adora uma pegadinha. Numa bola aérea, Calleri subiu mais sozinho que boleto no fim do mês e deixou tudo igual. Um a um.
E aí começou o segundo jogo: Flamengo x arbitragem.
Teve um pênalti pro Mengão que, vou te falar, até agora tem mesa de bar discutindo. O VAR chamou, olhou, voltou, ampliou a imagem, deve ter pedido um cafezinho e, no fim, mandou seguir. O flamenguista ficou igual cliente quando o garçom passa reto: indignado e pedindo explicação.
Mas o auge da noite ainda estava por vir.
O Flamengo balançou a rede de novo. O Maraca explodiu, teve gente mandando áudio no grupo, soltando fogos e abraçando o sogro. Aí aparece o VAR com aquelas linhas coloridas que parecem trabalho de escola.
Resultado?
Impedido.
E não foi qualquer impedimento, não. Foi no bico da chuteira! Meu parceiro, se o camarada tivesse comprado um número menor, era gol legal! Foi um negócio tão ajustado que teve torcedor pedindo pra chamar um sapateiro, um engenheiro e até o cara da topografia pra conferir.
A discussão tá rendendo até agora. Tem gente dizendo que tava impedido. Tem gente dizendo que a linha foi puxada com a régua do filho do juiz. E tem gente que já concluiu: "Se o bico da chuteira faz impedimento, daqui a pouco vão marcar falta por causa da aba do boné!"
E enquanto a Nação tentava entender o VAR, o Bap resolveu brincar de autor de novela das nove. Fez suspense a semana inteira. Tinha flamenguista apostando em reforço europeu, estádio novo, desconto no ingresso e até a volta do Imperador com a 10 nas costas.
No fim, veio o anúncio:
Bustos para Arrascaeta e Bruno Henrique.
E aí, meu irmão, acabou a brincadeira. Arrascaeta faz a bola pedir licença antes de entrar no gol. Bruno Henrique corre tanto que desafia a certidão de nascimento desde 2019. Os dois já deixaram de ser jogadores há muito tempo; viraram ponto turístico da Gávea.
Resumo da resenha:
• Flamengo 1 x 1 São Paulo.
• Léo Pereira deixou o dele.
• Calleri estragou o pagode.
• Teve pênalti que até agora ninguém engoliu.
• Teve gol anulado no bico da chuteira.
• O VAR trabalhou mais que garçom em dia de jogo.
• Bap fez suspense de novela mexicana.
• Arrasca e BH ganharam lugar eterno na história rubro-negra.
E assim termina mais um domingo do flamenguista: não perdeu, mas também não ficou feliz. Saiu do estádio reclamando da arbitragem, discutindo impedimento e dizendo a frase mais repetida da noite:
"Se fosse contra o Flamengo, esse gol tava valendo!"
Agora fecha a conta, traz a saideira e deixa o coração descansar... pelo menos até o próximo jogo.
Porque uma coisa é certa: o Flamengo pode até empatar, mas nunca deixa a mesa do bar sem assunto.
SRN, rapaziada!
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Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
O Flamengo entrou daquele jeito: empurrando o São Paulo pra trás, fazendo a torcida cantar alto e deixando os caras mais perdidos que turista tentando pegar o BRT em Campo Grande.
Aí apareceu Léo Pereira. O homem viu a bola sobrando na área e pensou: "Se ficar olhando, outro pega." Foi lá e guardou. Um a zero! O Maracanã veio abaixo, teve nego derrubando copo, abraçando desconhecido e até prometendo pagar a próxima rodada.
Só que ser flamenguista é igual entrar em obra sem capacete: tu sabe que vai passar um aperto. O Mengão continuou em cima, criou chance, pressionou, mas o futebol adora uma pegadinha. Numa bola aérea, Calleri subiu mais sozinho que boleto no fim do mês e deixou tudo igual. Um a um.
E aí começou o segundo jogo: Flamengo x arbitragem.
Teve um pênalti pro Mengão que, vou te falar, até agora tem mesa de bar discutindo. O VAR chamou, olhou, voltou, ampliou a imagem, deve ter pedido um cafezinho e, no fim, mandou seguir. O flamenguista ficou igual cliente quando o garçom passa reto: indignado e pedindo explicação.
Mas o auge da noite ainda estava por vir.
O Flamengo balançou a rede de novo. O Maraca explodiu, teve gente mandando áudio no grupo, soltando fogos e abraçando o sogro. Aí aparece o VAR com aquelas linhas coloridas que parecem trabalho de escola.
Resultado?
Impedido.
E não foi qualquer impedimento, não. Foi no bico da chuteira! Meu parceiro, se o camarada tivesse comprado um número menor, era gol legal! Foi um negócio tão ajustado que teve torcedor pedindo pra chamar um sapateiro, um engenheiro e até o cara da topografia pra conferir.
A discussão tá rendendo até agora. Tem gente dizendo que tava impedido. Tem gente dizendo que a linha foi puxada com a régua do filho do juiz. E tem gente que já concluiu: "Se o bico da chuteira faz impedimento, daqui a pouco vão marcar falta por causa da aba do boné!"
E enquanto a Nação tentava entender o VAR, o Bap resolveu brincar de autor de novela das nove. Fez suspense a semana inteira. Tinha flamenguista apostando em reforço europeu, estádio novo, desconto no ingresso e até a volta do Imperador com a 10 nas costas.
No fim, veio o anúncio:
Bustos para Arrascaeta e Bruno Henrique.
E aí, meu irmão, acabou a brincadeira. Arrascaeta faz a bola pedir licença antes de entrar no gol. Bruno Henrique corre tanto que desafia a certidão de nascimento desde 2019. Os dois já deixaram de ser jogadores há muito tempo; viraram ponto turístico da Gávea.
Resumo da resenha:
• Flamengo 1 x 1 São Paulo.
• Léo Pereira deixou o dele.
• Calleri estragou o pagode.
• Teve pênalti que até agora ninguém engoliu.
• Teve gol anulado no bico da chuteira.
• O VAR trabalhou mais que garçom em dia de jogo.
• Bap fez suspense de novela mexicana.
• Arrasca e BH ganharam lugar eterno na história rubro-negra.
E assim termina mais um domingo do flamenguista: não perdeu, mas também não ficou feliz. Saiu do estádio reclamando da arbitragem, discutindo impedimento e dizendo a frase mais repetida da noite:
"Se fosse contra o Flamengo, esse gol tava valendo!"
Agora fecha a conta, traz a saideira e deixa o coração descansar... pelo menos até o próximo jogo.
Porque uma coisa é certa: o Flamengo pode até empatar, mas nunca deixa a mesa do bar sem assunto.
SRN, rapaziada!
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Cadu Marques é flamenguista das antigas e colaborador do Fla10 News.
*As opiniões expressadas aqui são de inteiro conteúdo do autor e não refletem a opinião editorial deste portal.
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